As obras do artista plástico Anish Kapoor estão presentes numa exposição gratuita que celebra o centenário da Catedral de Liverpool.
Monadic Singularity, celebra o centenário da Catedral de Liverpool e é uma mostra que abrange 25 anos do trabalho de Kapoor, e inclui a estreia no Reino Unido da sua escultura monumental Sectional Body Preparing for Monadic Singularity (2015).
Embora não seja a mais antiga, a Catedral de Liverpool é a maior do Reino Unido e a oitava maior do mundo. As obras de Kapoor exploram a intersecção do físico e do imaterial, reflectindo a arquitectura gótica da catedral e temas espirituais relacionados com o nascimento, o casamento e a morte.
Para mostrar os 102 anos da herança da Casa Gucci e expor todos os clássicos que definiram uma era, a marca de luxo - agora propriedade da Kering - instalou uma exposição imersiva no West Bund de Xangai, uma antiga fábrica de aviação com vista para o rio Huangpu.
A abertura decorrerá na sexta-feira e a exposição itinerante denominada Gucci Cosmos está numa fase de reformulação com uma abordagem mais atemporal que pretende restaurar seu apelo ao luxo.
O novo director criativo da casa, Sabato De Sarno sucedeu a Alessandro Michele, que deixou a empresa - de forma repentina - em novembro passado.
“Quando abrimos o arquivo Gucci em Florença em julho de 2021 para comemorar o nosso centenário, decidimos imediatamente que a China seria o primeiro destino global a dar vida a esta exposição histórica sobre a casa e a sua herança”, disse Marco Bizzarri, presidente e director executivo oficial da Gucci.
Bizzarri esclarece ainda que a essência da história da marca está nos designers e artesãos que estão por trás do trabalho, portanto, a "Gucci Cosmos é realmente uma homenagem a todos eles”.
Para lançar um novo olhar sobre as suas peças mais icónicas, a Gucci recrutou a teórica e crítica de moda italiana Maria Luisa Frisa como curadora do projecto. Es Devlin, a artista e cenógrafa britânica, foi o responsável por criar uma série de conjuntos imaginativos, esculturas gigantescas e obras de arte multimédia para a exposição.
Frisa aventurou-se durante cerca de seis meses no arquivo e procurou as peças mais notáveis do espólio Gucci, reunindo a história da fundação da casa, a sua conexão ao mundo equestre, as suas bolsas mais referentes e os looks mais marcantes das eras de Tom Ford, Frida Giannini e Alessandro Michele .
A exposição está organizada em oito temas, ou “mundos”, que oferecem uma visão abrangente da história e da criatividade da marca. “A força desta exposição é que esta é uma experiência imersiva. Assim os visitantes que entram neste mundo podem sentir a força do diálogo entre os objectos, o diálogo entre o objecto e a mostra”, esclareceu Frisa numa entrevista exclusiva ao WWD.
“Parte do desafio do programa era fazer com que o público entendesse a importância de cada objecto, item, peça de roupa ou acessório. Muitas vezes não damos valor a itens como a bolsa de bambu, mas na década de 1940, quando foi inventada, havia muita pesquisa sobre como dobrar o bambu e transforma-lo numa alça”, explicou Frisa. “Era uma novidade para a época; ainda é uma parte importante da habilidade e experiência da Gucci.”
Oito dioramas multimédia, homenageiam ícones culturais que estão associados à Casa de moda, como Jacqueline Kennedy Onassis, Diana, Princesa de Gales, a princesaGrace de Mónaco,Jared Leto, Gwyneth Paltrow e os embaixadores globais da marca, incluindo Chris Lee, Ni Ni, Lu Han e Xiao Zhan.
Um dos núcleos expositivos é o “Archivio”, um espaço circular labiríntico cheio de armários em azul-bebé, gavetas e tetos espelhados que ecoam o design de interiores do Arquivo Gucci em Florença. As gavetas podem ser abertas pelos visitantes de forma a revelar páginas de cadernos de esboços de vários artesãos e réplicas de campanhas publicitárias vintage.
“A moda é o único sistema que pode se renovar olhando para o passado, e a Gucci é o exemplo perfeito dessa capacidade”, concluiu Frisa.
Museu de Arte Moderna de Paris | Fotografia: Nicolas Matheus
Como celebração do 60º aniversário da fundação da Casa de Moda Yves Saint Laurent, seis museus de Paris prestam homenagem ao falecido costureiro - do Centro Georges Pompidou ao Louvre.
A ampla mostra multi-localizada que transita entre bairros foi concebida e viabilizada pela Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent e engloba seis instituições parceiras: o Centro Pompidou, o Museu de Arte Moderna de Paris, o Museu do Louvre, o Museu d'Orsay, o Museu National Picasso-Paris e o Museu Yves Saint Laurent Paris. Cada local, distinto no seu propósito e espólio, expõem itens de moda e objectos originais, reunindo uma série de temas e de assuntos que abrangem arte decorativa e moderna. "Yves Saint Laurent aux Musées" tem curadoria de Madison Cox, presidente da Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent, Stephan Janson e Mouna Mekouar.
No Centro Pompidou, explora-se a relação entre a produção criativa de Yves Saint Laurent e a arte do século XX. Em 1965, o designer criou um vestido em homenagem a Piet Mondrian, reinterpretando as formas abstractas e coloridas numa tela em forma de tecido / vestido.
Dentro da ornamentada Galeria d'Apollon no Louvre, peças de moda e de joalharia, são complementadas por mármores antigos, esmaltes, espelhos, camafeus, marfins e uma colecção de gemas de Luís XIV. As salas do Museu Nacional Picasso-Paris abordam a relação entre Yves Saint Laurent e Picasso e o impacto que o cubismo e a desconstrução tiveram na sua produção criativa.
Centro Pompidou | Fotografia: Helene Mauri
Museu do Louvre | Fotografia: Nicolas Matheus
Museu National Picasso-Paris | Fotografia: Nicolas Matheus
Centro Pompidou | Fotografia: Helene Mauri
Centro Pompidou | Fotografia: Helene Mauri
Museu d'Orsay | Fotografia: Nicolas Matheus
Museu Yves Saint Laurent Paris | Fotografia: Nicolas Matheus
Museu de Arte Moderna de Paris | Fotografia: Nicolas Matheus
Museu Yves Saint Laurent Paris | Fotografia: Nicolas Matheus
O incrível e polémico Bansky não percebe porque não foi convidado a participar numa das exposições de arte mais importantes do mundo, a Bienal de Veneza. "Setting out my stall at the Venice Biennale. Despite being the largest and most prestigious art event in the world, for some reason I’ve never been invited."
Mas o artista não se fez de tímido e, mesmo sem convite, marcou presença no evento. A peça de arte (acompanhada por um vídeo), esteve - infelizmente - pouco tempo exposta, cortesia do certame e da policia italiana...
Muito brevemente, a arte de Leonardo da Vinci, vai circular em forma de selo e pelas caixas de correio.
Para celebrar o quinto centenário da morte do artista italiano, doze instituições culturais do Reino Unido juntaram-se num programa especial intitulado Leonardo da Vinci: A Life in Drawing e que irão mostrar um total de 144 obras de da Vinci. As exposições começaram a ser inauguradas este mês e vão durar até 6 de Maio em Glasgow, Cardiff, Bristol, Leeds, etc.
É a primeira retrospectiva Dior nos EUA e estará patente no Museu de Arte de Denver entre 19 de Novembro e 3 de Março de 2019. O espólio será constituído por 202 looks, com oito peças da colecção de Hamish Bowles, várias da Henry Ford Museum e a maioria são pertença da Casa de Christian Dior.
O director criativo da Chanel, Karl Lagerfeld também dá cartas no mundo da escultura. Architectures está patente na Carpenters Workshop Gallery em Paris, até dia 23 de Dezembro, e foi desenvolvida em em colaboração com a arquitecta Aline Asmar d’Amman e conta com mesas de mármore, fontes e espelhos.
Entre 5 de Julho de 2017 e 7 de Janeiro de 2018, o Musée des Arts Décoratifs (em Paris) celebra o 70º aniversário da Casa de Moda francesa. A mostra convida os visitantes a uma viagem pela história da Dior, a descobrir o mundo do seu fundador e dos designers que o sucederam: Yves Saint Laurent, Marc Bohan, Gianfranco Ferré, John Galliano, Raf Simons e, mais recentemente, Maria Grazia Chiuri.
O português Vhils fez uma parceria com a Hong Kong Contemporary ArtFoundation (HOCA) para apresentar os seus trabalhos mais recentes numa estrutura construída de propósito para o efeito.